26/07/2009

TOUR - IMAGEM FINAL




Será esta realmente a imagem final?
Eu espero que sim, que não haja surpresas e desilusões pois já estamos fartos dessas situações.

O Jornal Record, na sua edição de 23 de Julho, publica um artigo com base nas declarações de Greg LeMond em que este põe em causa a capacidade sobre-humana de Contador no Verbier. Desafia-o inclusive a provar que não estava dopado.
ESte é apenas um pequeno excerto da notícia:
"Nunca um corredor do Tour subiu tão rápido. Um corredor com água da torneira consegue atingir a velocidade de escalada e a potência produzida no Verbier?", questiona o vencedor da "Grande Boucle" de 1986, 1989 e 1990, numa coluna diária no jornal gaulês "Le Monde".

Leiam o artigo completo em: www.record.pt



Por: José Rosa

3 comentários:

vitor disse...

Não sendo eu especialista netas questões de doping nem estou a defender ninguém mas não se pode comparar os métodos de treino de hoje em dia aonde se olham para todos os aspectos quer físicos quer psicológicos e a 20 anos atrás com certeza que não se treinava como hoje,nunca pondo de parte que o doping existe quero acreditar que o contador é realmente uma força da natureza e que todo não passa de alguma inveja de algumas pessoas.

carneiro disse...

Segundo ouvi Marco Chagas comentar, o Verbier nunca tinha sido subido antes, pelo que não existia ponto de comparação que fundamentassem as declarações do Lemonde.

Se há fundamento sério, é de falar no assunto. Se não há fundamento, sequer, nem sério nem menos sério, parece que o Lemonde mais valia estar calado.

Rogério Leite disse...

Gente... sei não... depois do Michael Felps, nadador americano que parece um "oragotango aquático" tal a intimidade dele n'água, vai ver que conseguiram criar um "cervo ciclista". Mas perdura o que se diz: quando a diferença é grande demais, tem "caroço" neste "angu"! Assisti uma reportagem sobre doping em esportes em que um pesquisador afirmava que todo dia estavam tentando criar algo novo na área, fazendo a detecção das novidades uma corrida sempre perdida logo no lançamento da droga. Só com o tempo se conseguia identificar a novidade e ai proibi-la. Pode ter sido este o caso. Só o tempo dirá!