16/07/2009

CANNONDALE TAURINE - O VALOR DA DIFERENÇA



Por Email: Paulo Ribeiro

1 comentário:

Rogério Leite disse...

Gomes... deve ser compósito multidirecional de carbono... fibras longitudinais envoltas por fibras circulares, como em um tubo de linha de costura, indo e vindo da frente ao fundo do tubo. O interessante é que o que normalmente quebra não é a fibra apenas, mas a conexão fibra-resina e a própria resina rígida e frágil. Tanto uma quanto a outra são os pontos frágeis dos compósitos. A resina pode ser excelente sózinha, mas é quem transmite rigidez ao conjunto. E coisas rígidas não costumam tem grande flexibilidade. Realmente uma novidade isto, visto que a resina parece também ser orientada ao esforço e bem aderida com as fibras. Claro que não se sabe o efeito microestrutural sobre a interface fibra-resina em um teste destes!. E também que isto só garante que em um acidente, ela se dobre sem partir - mas o ciclista!?!?!? hehehehe...