10/10/2014

BICICLETAS, COMPRAMOS O QUE AS MARCAS QUEREM

A compra de uma bicicleta é por vezes uma questão difícil de solucionar. Para além do tamanho do quadro, componentes, tipo de utilização, entre outos, existe o problema da escolha da cor do quadro e seus grafismos.
É precisamente este pormenor que muitas das vezes não é uma escolha, mas sim, uma quase imposição.
Isto porquê?
Estaremos de acordo que, cada vez mais, a estética de um quadro assume uma importância de relevo na difícil e exigente competição de mercado.
Os grandes fabricantes, ou pelo menos os mais bem implementados no mercado nacional, apresentam anualmente as suas coleções mantendo-se fiéis ao mesmo formato comercial.  Isto significa que a escolha do grafismo da bicicleta, está subjugada ao orçamento disponível do comprador e, consequentemente o tipo de montagem associada. Se o comprador tem apenas possibilidade de adquirir uma bicicleta de entrada de gama, estará normalmente dependente da única cor disponível para esse modelo.
Então, e seu o comprador gostar ou preferir outra cor?
Terá obviamente de elevar o orçamento para que possa concretizar essa escolha!
Poderemos então perguntar, o porquê de as marcas não disponibilizarem o quadro que queremos, com a montagem que queremos!
Porquê que teremos de ficar com um quadro verde, quando gostamos é do amarelo?
Porque é que é o tipo de equipamento/montagem que define a cor da nossa bicicleta?
Algumas marcas, porém, trabalham de forma mais assertiva neste aspeto, disponibilizando o mesmo quadro com as diferentes opções de montagem disponíveis. O quadro é apresentado em uma ou duas cores à escolha mas com diferentes montagens de equipamento. Neste caso, escolhemos a bicicleta que queremos, com a cor que queremos.
Não deveria ser assim?

Claro que em determinadas lojas, é apresentada ao comprador a opção de troca dos componentes do quadro, adaptando-os às possibilidades do cliente, mas, esta situação está dependente da vontade/intenção de cada vendedor. 

Sem comentários: