09/10/2014
SCOTT FOIL TEAM ISSUE - 2015
Agradável à vista e...não só.
Com o grupo Dura Ace, periféricos Syncros em carbono e rodas Syncros RR 1.5 Carbono, esta bicicleta alcança um peso de apenas 6,9Kg.
Aliando o equipamento a um excelente quadro, cuja estética é fantástica, estamos perante uma bicicleta bastante "apetecível".
GAMA BICICLETAS CANYON 2015
Já estão disponíveis para entrega os novos modelos Canyon para 2015.
Consulte toda a informação em: www.canyon.com/_pt/
Destaque para o modelo GRAND CANYON CF 29 5.9 com um preço de apenas 1499€
Uma bicicleta 29, com quadro em carbono em que as tecnologias dos topo de gama estão presentes, incluindo componentes de relevo. Duas cores de quadro disponíveis.
Consulte toda a informação em: www.canyon.com/_pt/
Destaque para o modelo GRAND CANYON CF 29 5.9 com um preço de apenas 1499€
Uma bicicleta 29, com quadro em carbono em que as tecnologias dos topo de gama estão presentes, incluindo componentes de relevo. Duas cores de quadro disponíveis.
| Quadro | Canyon Grand Canyon CF | |
| Suspensão | RockShox Reba RL 100 | |
| Caixa de direcção | Cane Creek 40 | |
| Desviador traseiro | Shimano Deore XT Shadow | |
| Dropout | Geardrop nr. 27 | |
| Desviador dianteiro | Shimano SLX E-Type | |
| Mudanças | Shimano SLX SL-M670 | |
| Travões | Formula Formula C1 | |
| Cassete | Shimano Deore | |
| Rodas | Mavic Crossride | |
| Pneus | Continental X-King 2,2" RaceSport | |
| Pedaleiro | Shimano SLX FC-M672 | |
| Pratos | 40/30/22 | |
| Corrente | KMC X10-93 | |
| Mov. pedaleiro | Shimano SLX |
26/09/2014
CADEIRA RANDONNEUR
Uma cadeira especial.
Como forma de elucidar o género de artigo, refiro que o preço ronda os 7000€.
Incrível...
Desenhada por Andrew Mcdonald e Simon Taylor, é montada com tubos de aço 631 Reynolds e forrada a cabedal de Brooks (Inglaterra).
Reparem nos pormenores de construção!
Como forma de elucidar o género de artigo, refiro que o preço ronda os 7000€.
Incrível...
Desenhada por Andrew Mcdonald e Simon Taylor, é montada com tubos de aço 631 Reynolds e forrada a cabedal de Brooks (Inglaterra).
Reparem nos pormenores de construção!
19/09/2014
18/09/2014
BOMBA DE AR BONTRAGER FLASH CHARGER
Este é um utensílio que vem ajudar bastante na montagem de um pneu, quer este seja tubeless ou de camara de ar.
Quantos vezes se tornou difícil, ou mesmo impossível selar um pneu com uma bomba convencional? A maior dificuldade tinha a ver com facto de não haver um grande volume de ar que permitisse a rápida selagem do pneu, tubeless ou convertido. A solução passava sempre pelo recurso ao compressor de ar.
Com esta bomba da Bontrager, tudo fica mais fácil. Basicamente existe um primeiro processo de bombear ficando o ar retido até um pressão máxima de 160 psi. Seguidamente, liberta-se de o ar em grande pressão de forma a garantir a selagem eficaz do pneu. Esta bomba poderá interessar para o uso caseiro em que não existe a hipótese do compressor de ar.
Quantos vezes se tornou difícil, ou mesmo impossível selar um pneu com uma bomba convencional? A maior dificuldade tinha a ver com facto de não haver um grande volume de ar que permitisse a rápida selagem do pneu, tubeless ou convertido. A solução passava sempre pelo recurso ao compressor de ar.
Com esta bomba da Bontrager, tudo fica mais fácil. Basicamente existe um primeiro processo de bombear ficando o ar retido até um pressão máxima de 160 psi. Seguidamente, liberta-se de o ar em grande pressão de forma a garantir a selagem eficaz do pneu. Esta bomba poderá interessar para o uso caseiro em que não existe a hipótese do compressor de ar.
17/09/2014
16/09/2014
BICICLETA RODA 29 E A GEOMETRIA DO QUADRO
Nos últimos anos temos assistido a um "mar agitado" no que diz respeito ao mercado das bicicletas de BTT. Esta agitação deve-se sobretudo aos tamanhos de roda, nomeadamente, 26, 27,5 e 29. A escolha de uma bicicleta deixou de se basear no tamanho do quadro ou no tipo de utilização, designadamente, rígida ou suspensão total. A estabilidade ainda não se verificou, as dúvidas são muitas e as indecisões ainda permanecem. Parece certo que em competição, a roda 26 passou para segundo plano. As opções de compra actualmente centram-se nos modelos 27,5 e 29. Na alta competição estas duas medidas de roda competem entre si, sobre quais apresentam melhor comportamento em cada tipo de terreno, tendo os atletas uma grande responsabilidade na imagem de fiabilidade e garantia de sucesso nos modelos e marcas que representam. Uma nova tendência surge agora com o sucesso aparente dos modelos de suspensão total com roda 27.5. Neste campo poderá influenciar a competência, destreza e técnica dos atletas. Como forma de dissipar algumas dúvidas surge uma teoria que pretende compatibilizar o tamanho de roda com a altura do atleta, ou seja, quando mais alto, maior o tamanho de roda. Esta teoria está relacionado com a escolha das bicicletas de criança consoante a idade/altura. São portanto muitas as variantes que influenciam hoje em dia a escolha de uma bicicleta mas, para além destas, outras variáveis devem ser tidas em conta. Dentro do mesmo tamanho de roda, a geometria do quadro difere de marca para marca. Se seleccionarmos um quadro 29er em tamanho M e analisarmos as diferentes marcas, constatamos que a geometria difere em medidas e em em ângulos. Isto poderá significar que não basta escolher o tamanho S, M ou L mas que a posição de condução deverá ser testada para que o comportamento e o rendimento sejam maximizados.
Analisando as principais marcas do mercado, verificam-se diferenças no tamanho do "top tube" (tubo horizontal, no comprimento do tubo do espigão do selim, nos ângulos de direcção e nos ângulos do espigão do selim.
Atentem nas especificações de geometria de algumas marcas:
Torna-se portando muito importante que seja efectuado o teste de uma bicicleta antes da compra, no sentido de garantir a geometria mais adequada a cada atleta.
Cada vez mais a escolha de uma bicicleta se torna mais difícil. Se colocarmos ainda na equação o tipo de pneus, o diâmetro do espigão do selim, o tipo de selim, as relações da transmissão, etc, a decisão complica ainda mais, mas, com o devido acompanhamento e esclarecimento dos responsáveis das lojas da especialidade, sob as orientações das marcas/fabricantes, uma boa solução será sempre encontrada.
Boas escolhas e boas pedaladas!
04/11/2013
AZURIBIKE NA FEIRA DOS SANTOS
Procurando promover e divulgar as suas atividades, o Clube Azuribike Mangualde Team esteve presente com um Stand na Feira dos Santos nos dias 02 e 03 de Novembro. Foi promovida uma campanha de angariação de sócios assim, como a divulgação dos objetivos paa 2014. Foram muitos milhares de pessoas que afluiram a este evento, provenientes das mais diversas Localidades do País. O clube Azuribike promoveu assim a sua imagem perante milhares de pessoas, dando a conhecer o trabalho desenvolvido, contribuindo para a dinamização da prática do ciclismo na população em geral.
24/10/2013
Fonte: "Noticias ao minuto"
A informação foi avançada pelo diário Weser Kurier e
posteriormente confirmada por Klöden à agência de notícias DPA, alegando
que a falta de ofertas e as suas duas filhas são dois dos principais
motivos que contribuíram para a decisão de retirar-se.
O alemão de 38 anos, que cumpriu 16 épocas como profissional,
foi dispensado pela sua atual equipa, a RadioShack, que no próximo ano
correrá como Trek.
Klöden tem um extenso palmarés, no qual se destacam os dois segundos
lugares na Volta a França, em 2004 e 2006, que até poderiam ser
primeiros, caso a organização do Tour não tivesse decidido não
reatribuir as vitórias retiradas a Lance Armstrong.
O agora ex-corredor venceu o Paris-Nice em 2000, a Volta ao País
Basco em 2000 e 2001, a Tirreno-Adriático de 2007, a Volta à Romandia de
2008. Conquistou ainda o bronze olímpico em Sydney 2000.
Dono de uma grande classe sobre a bicicleta, Klöden foi por diversas
vezes "crucificado" no seu país natal por alegadamente ter recorrido ao
doping.
No entanto, no dia da sua retirada, o alemão negou que vá seguir o
exemplo de compatriotas como Erik Zabel e Jan Ullrich que, durante as
suas reformas, decidiram confessar-se.
"Não tenho nada a confessar", garantiu o homem que nos últimos anos
enfrentou a federação alemã, a agência alemã antidopagem e a imprensa
germânica.
Durante a sua carreira, Klöden representou a Telekom, posteriormente
denominada T-Mobile (1998-2006), a Astana (2007-2009) e a RadioShack
(2010-2013).
23/10/2013
21/10/2013
RODA 26 vs RODA 29 e ainda a 27.5
Artigo acerca do dilema da escolha do tamanho de roda para BTT publicado por :
Fonte: http://oprojetopedal.wordpress.com
https://www.facebook.com/ProjetoPEDAL
"O btt foi invadido pelas rodas 29, parece que afinal alguém descobriu que só aquilo resulta, estávamos todos errados até hoje!
Mas a questão que se coloca sobre toda esta azafama em trocar de bicicleta é: performance efetiva face às 26, ou apenas moda?!
As bicicletas de roda 29, ou as 29ers não são novidade, aliás, já há uns anos que andam no mercado a operar de uma forma muito tímida e apareciam apenas nos catálogos de marcas que atuavam na periferia dos gigantes do marketing.
A Americana Gary Fisher, que deve o seu nome ao seu fundador, que é tido aliás como o “Pai” do btt, ou pelo menos é uma das personagem que deu origem e marcou o inicio da modalidade que hoje atrai multidões em todo o mundo, foi das primeiras a ensaiar estes modelos.
O btt nasceu no Cromo-molibdénio, um aço de elevada resistência e baixo peso, passou pelo alumínio e desaguou no carbono, passando pelo meio por materiais mais ou menos nobres, mas que o mercado não os fez vingar cada qual pelas suas razoes certamente, pelo menos até á data de hoje (falamos do termoplástico e do titânio).
A tecnologia das transmissões tem evoluído de forma mais ou menos consistente, começamos com 3×7, passamos hoje pelas 3×10, ou 2×10 e mais recentemente a 1×11 (sendo estas relações referentes à relação de andamentos, mais conhecidos por “mudanças”, sendo que a primeira é sempre referente ás “mudanças” disponíveis na roda pedaleira e a segunda à cassete (k7), ou como muitos ainda conhecerão por “carreto”, não sendo este o termo correto atualmente.
As suspensões parace terem a sua tecnologia estagnada atualmente, evoluindo pela redução de peso e melhor performance na absorção de impactos e reduzindo os “bombeares” indesejáveis.
Os fabricantes de quadros dedicaram-se a melhorar as geometrias e desenvolver quadros de suspensão total que oferecessem mais conforto, performance e peso de acordo com o segmento da bicicleta.
E quando não havia mais novidade de relevo para vender, os catálogos eliminam as tradicionais roda 26 e enchem-se com as novas e revolucionarias 29ers.
Perante esta megalómana campanha de marketing, não foi de admirar o mercado (leia-se compradores) irem atrás.
Se uns se apressam a defender a honra da rainha afirmando com uma convicção sem precedentes que estas é que são As bicicletas de btt e as 26 morrerão, outros são mais cautelosos e apalpam, certo é que de forma modesta e tímida apareceram também as 27,5. A confusão está lançada!
Esta febre e estas convicções não são tão lineares assim e os mais confiantes na extinção das 26 deviam ter um pouco mais de cautela nas afirmações e ponderar um pouco mais a situação de uma e de outra.
O fenómeno ainda é recente, recente demais para que estudos possam vir desmontar toda esta “convicção” que se instalou. Mas eles (os estudos) vão aparecer e desenganem-se os que hoje afirmam que quem vai para as 29, não volta. Vão voltar, ai se vão voltar.

Porquê!?
Diz-me quanto medes, dir-te-ei que roda usar! Ou ainda: qual é o teu estilo, qual a tua performance e nível técnico, ou mesmo quanto tempo queres pedalar.
Quanto ao tamanho (e ainda longe de estudos que venham reforçar esta “tese”)
Para já a única recomendação existente é de que a 29ers são mais indicadas para pessoas com mais de 1,75mt de altura. E ponto! Não são referidos ganhos e perdas quanto a esta opção.
O sistema é igual ao que se aplica com as crianças, a razão pela qual existem bicicletas que vão desde a roda de 16 polegadas (ou menor), até á de 24, para que cada crianças possa tirar o máximo de partido em função das suas capacidades e skils (habilidade). É certo que posso pegar numa criança de 6 anos cujo tamanho ideal seria uma roda 16 e pô-la a pedalar numa roda 20, contudo é visível ao utilizador menos treinado, que estamos a comprometer a capacidade de manobra e mesmo de rendimento da criança.
As bicicletas de roda mais pequena são mais “nervosas”, mais ágeis e oferecem maior manobrabilidade a velocidades mais elevadas, no entanto, são também menos estáveis, e é aqui que entra a capacidade técnica de cada um. A exemplo disso observem alguns vídeos de BMX Race, ou de Down-Hill, reparem também na largura de guiador de uma bicicleta de Down-Hill, mesmo utilizando roda 26 a largura de guiador consideravelmente maior em comparação com os de XCO, este detalhe técnico é fundamental por forma a proporcionar mais estabilidade e vencer a inercia de uma roda pequena a alta velocidade.
Dentro do mesmo teatro e função, voltemos ao XCO, vamos comparar a largura de guiadores de uma bicicleta roda 26 e uma 29er. Para virar uma roda 29 o poder de alavancagem do guiador deve também ser superior, uma vez que a inercia e resistência á viragem é naturalmente superior. Mas consegue o guiador (extra) compensar este “défice”? Depende! Se conduz com as mãos mais afastadas vai naturalmente requisitar outros grupos musculares e em longas distancias, ou utilizações mais intensivas com frequentes mudanças de direção, vai também atingir a fadiga mais rapidamente, a são ser, é claro, que esteja no grupo de utilizadores para os quais as 29ers eram o elo que faltava.
Lembre-se que as rodas não passam de giroscópios gigantes, depois de postos em movimento, exercem enorme resistência á mudança e esta resistência é proporcional ao tamanho.
Sim, tudo isto é discutível e tudo depende dos objetivos individuais de cada um.
Se os objetivos passam pelos domingueiros e picardias entre amigos, dificilmente poderá concordar com isto, pois nunca chegará ao ponto em que sentirá algum destes fatores “na pele”.
Mas se os seus objetivos passam por mais do que preencher o ego e rondam a performance, ou tem em vista a competição, talvez deva avaliar bem esta situação e experimentar bem todos os aspetos e situações possíveis.
Nem só a condição física tem impacto na nossa prestação, mais, muitas vezes pode significar menos.
Mas não se acanhe e não receie voltar ás 26, ou mesmo ficar nas 27,5, experimente e chegue a conclusões, não se guie pelas dos outros e tire as suas isento de pressões de moda, sinta-se bem com o que pedala e pedale com o que se sente bem.
Boas pedaladas."
Fonte: http://oprojetopedal.wordpress.com
https://www.facebook.com/ProjetoPEDAL
"O btt foi invadido pelas rodas 29, parece que afinal alguém descobriu que só aquilo resulta, estávamos todos errados até hoje!
Mas a questão que se coloca sobre toda esta azafama em trocar de bicicleta é: performance efetiva face às 26, ou apenas moda?!
As bicicletas de roda 29, ou as 29ers não são novidade, aliás, já há uns anos que andam no mercado a operar de uma forma muito tímida e apareciam apenas nos catálogos de marcas que atuavam na periferia dos gigantes do marketing.
A Americana Gary Fisher, que deve o seu nome ao seu fundador, que é tido aliás como o “Pai” do btt, ou pelo menos é uma das personagem que deu origem e marcou o inicio da modalidade que hoje atrai multidões em todo o mundo, foi das primeiras a ensaiar estes modelos.
O btt nasceu no Cromo-molibdénio, um aço de elevada resistência e baixo peso, passou pelo alumínio e desaguou no carbono, passando pelo meio por materiais mais ou menos nobres, mas que o mercado não os fez vingar cada qual pelas suas razoes certamente, pelo menos até á data de hoje (falamos do termoplástico e do titânio).
A tecnologia das transmissões tem evoluído de forma mais ou menos consistente, começamos com 3×7, passamos hoje pelas 3×10, ou 2×10 e mais recentemente a 1×11 (sendo estas relações referentes à relação de andamentos, mais conhecidos por “mudanças”, sendo que a primeira é sempre referente ás “mudanças” disponíveis na roda pedaleira e a segunda à cassete (k7), ou como muitos ainda conhecerão por “carreto”, não sendo este o termo correto atualmente.
As suspensões parace terem a sua tecnologia estagnada atualmente, evoluindo pela redução de peso e melhor performance na absorção de impactos e reduzindo os “bombeares” indesejáveis.
Os fabricantes de quadros dedicaram-se a melhorar as geometrias e desenvolver quadros de suspensão total que oferecessem mais conforto, performance e peso de acordo com o segmento da bicicleta.
E quando não havia mais novidade de relevo para vender, os catálogos eliminam as tradicionais roda 26 e enchem-se com as novas e revolucionarias 29ers.
Perante esta megalómana campanha de marketing, não foi de admirar o mercado (leia-se compradores) irem atrás.
Se uns se apressam a defender a honra da rainha afirmando com uma convicção sem precedentes que estas é que são As bicicletas de btt e as 26 morrerão, outros são mais cautelosos e apalpam, certo é que de forma modesta e tímida apareceram também as 27,5. A confusão está lançada!
Esta febre e estas convicções não são tão lineares assim e os mais confiantes na extinção das 26 deviam ter um pouco mais de cautela nas afirmações e ponderar um pouco mais a situação de uma e de outra.
O fenómeno ainda é recente, recente demais para que estudos possam vir desmontar toda esta “convicção” que se instalou. Mas eles (os estudos) vão aparecer e desenganem-se os que hoje afirmam que quem vai para as 29, não volta. Vão voltar, ai se vão voltar.

Porquê!?
Diz-me quanto medes, dir-te-ei que roda usar! Ou ainda: qual é o teu estilo, qual a tua performance e nível técnico, ou mesmo quanto tempo queres pedalar.
Quanto ao tamanho (e ainda longe de estudos que venham reforçar esta “tese”)
Para já a única recomendação existente é de que a 29ers são mais indicadas para pessoas com mais de 1,75mt de altura. E ponto! Não são referidos ganhos e perdas quanto a esta opção.
O sistema é igual ao que se aplica com as crianças, a razão pela qual existem bicicletas que vão desde a roda de 16 polegadas (ou menor), até á de 24, para que cada crianças possa tirar o máximo de partido em função das suas capacidades e skils (habilidade). É certo que posso pegar numa criança de 6 anos cujo tamanho ideal seria uma roda 16 e pô-la a pedalar numa roda 20, contudo é visível ao utilizador menos treinado, que estamos a comprometer a capacidade de manobra e mesmo de rendimento da criança.
As bicicletas de roda mais pequena são mais “nervosas”, mais ágeis e oferecem maior manobrabilidade a velocidades mais elevadas, no entanto, são também menos estáveis, e é aqui que entra a capacidade técnica de cada um. A exemplo disso observem alguns vídeos de BMX Race, ou de Down-Hill, reparem também na largura de guiador de uma bicicleta de Down-Hill, mesmo utilizando roda 26 a largura de guiador consideravelmente maior em comparação com os de XCO, este detalhe técnico é fundamental por forma a proporcionar mais estabilidade e vencer a inercia de uma roda pequena a alta velocidade.
Dentro do mesmo teatro e função, voltemos ao XCO, vamos comparar a largura de guiadores de uma bicicleta roda 26 e uma 29er. Para virar uma roda 29 o poder de alavancagem do guiador deve também ser superior, uma vez que a inercia e resistência á viragem é naturalmente superior. Mas consegue o guiador (extra) compensar este “défice”? Depende! Se conduz com as mãos mais afastadas vai naturalmente requisitar outros grupos musculares e em longas distancias, ou utilizações mais intensivas com frequentes mudanças de direção, vai também atingir a fadiga mais rapidamente, a são ser, é claro, que esteja no grupo de utilizadores para os quais as 29ers eram o elo que faltava.
Lembre-se que as rodas não passam de giroscópios gigantes, depois de postos em movimento, exercem enorme resistência á mudança e esta resistência é proporcional ao tamanho.
Sim, tudo isto é discutível e tudo depende dos objetivos individuais de cada um.

Se os objetivos passam pelos domingueiros e picardias entre amigos, dificilmente poderá concordar com isto, pois nunca chegará ao ponto em que sentirá algum destes fatores “na pele”.
Mas se os seus objetivos passam por mais do que preencher o ego e rondam a performance, ou tem em vista a competição, talvez deva avaliar bem esta situação e experimentar bem todos os aspetos e situações possíveis.
Nem só a condição física tem impacto na nossa prestação, mais, muitas vezes pode significar menos.
Mas não se acanhe e não receie voltar ás 26, ou mesmo ficar nas 27,5, experimente e chegue a conclusões, não se guie pelas dos outros e tire as suas isento de pressões de moda, sinta-se bem com o que pedala e pedale com o que se sente bem.
Boas pedaladas."
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