NOTÍCIA "JORNAL PÚBLICO":
"Aguentar temperaturas entre os -150º C e os -170º C (ou até um pouco mais) durante dois ou três minutos faz parte da rotina diária de alguns ciclistas durante a Volta à França.
Todas as manhãs e todas as noites, antes e depois das etapas, os atletas das equipas francesas FDJ e AG2R-La Mondiale - pelo menos estes - passam pela cabina que os expõe a temperaturas negativas extremas, uma prática que tem como objectivo ajudar e acelerar a recuperação do esforço.
Massagens, banhos turcos, alongamentos ou natação são algumas técnicas que os desportistas utilizam para ultrapassar mais rapidamente os esforços extremos. Assim como os banhos de gelo (numa banheira ou num tanque com água e muito gelo), de uso muito disseminado, que são ultrapassados em eficácia por esta versão mais moderna de crioterapia.
Este método, que começa a ser usado em vários desportos pelos atletas ou clubes que têm dinheiro para investir neste equipamento caro, consiste em colocar os atletas num cubículo, aberto em cima, que proporciona um "banho" de frio seco produzido por azoto líquido. As temperaturas negativas associadas a este processo são muito superiores em relação às conseguidas com um banho de gelo e por causa disso têm uma eficácia maior."
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